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ACADÊMICOS DE VIGÁRIO GERAL
HISTÓRICO Originária do bloco
Carinhoso, desfilou como escola de samba, sendo campeã com o
enredo que versava sobre o centenário de Copacabana. A escola
foi ascendendo gradativamente até conseguir chegar ao
Sambódromo em 1996 pelo Grupo B, ficando até 1999.
1992 - 1ª do Desfile de Avaliação Em 2009, apresentou o enredo Água fonte de vida: um grito de alerta ao patrimônio da terra, mas foi rebaixada para o antigo Grupo de acesso D ao ficar em 14° lugar com 150 pontos. No carnaval de 2012, a escola homenageou Abdias do Nascimento, líder do movimento negro, que morreu alguns meses após o enredo ser escolhido. A escola terminou com a terceira colocação. Após ser rebaixada novamente para a Série D no ano seguinte, conseguiu o acesso de volta para a Série C apenas em 2016, quando foi vice-campeã. Em 2017, com o enredo "Contos do Vigário: Nasce um Trouxa a cada minuto" a escola obteve o acesso a Série B ao terminar em terceiro lugar na Série C, ficando a frente da Unidos de Lucas pelo critério de desempate. Abrindo os desfiles da Série B em 2018, a agremiação terminou em 9° lugar com o enredo "Dos tambores Africanos ao Bandonéon: Tango, um sentimento que se dança". No carnaval de 2019, a escola apresentou o enredo "Mwene Kongo – O Reino Europeu na África que se tornou Folclore no Brasil", desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Costa, Lino Sales e Marcus Vinicius do Val, que contou a história do congado no Brasil. Com uma apresentação correta, a Vigário Geral se sagrou a campeã da Série B obtendo 269.4 pontos, conquistando assim o inédito acesso para a Série A no carnaval de 2020 e seu retorno a Marquês de Sapucaí, onde não desfilava desde 1999, quando disputou o antigo Grupo de Acesso B. Para o carnaval de 2020, quando faz seu retorno para a Marquês de Sapucaí, a escola se reforçou ao contratar o interprete Tem-Tem Jr para assumir o microfone principal, o diretor de bateria Luygui e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Jefferson Gomes e Paula Penteado, oriundos do carnaval paulistano. Abrindo os desfiles na sexta-feira de Carnaval com o enredo "O Conto do Vigário", a escola conseguiu permanecer na Série A se classificando em 11º lugar. O tripé que fechou a apresentação representava o presidente da República Jair Bolsonaro fantasiado de palhaço Bozo apontando arminha, alcançando grande repercussão, com a alegoria indo parar na capa da revista Istoé da semana seguinte. Até hoje, a Vigário Geral se mantém na Série Ouro na Sapucaí. Cem anos nas ondas de Copacabana Cid Franco 1993 - 2ª no Grupo C Respeitável público, o circo chegou Cid Franco 1994 - 12ª no Grupo B Ah! Que saudades que eu tenho Cid Franco 1995 - 2ª no Grupo B Ontem, hoje e sempre Mestre Marçal Cid Franco 1996 - 8ª no Grupo B Fica o Dito pelo não Dito Cid Franco 1997 - 6ª no Grupo B Rio de Janeiro a Janeiro, uma sinfonia apoteótica Alexandre Col e Cid Franco 1998 - 10ª no Grupo B Conto Dourado de um Povo Sonhador Cahê Rodrigues 1999 - 11ª no Grupo B Vigário, um sonho de liberdade Cahê Rodrigues 2000 - 12ª no Grupo C Nessa Terra Brasil Paulo Flores 2001 - 10ª no Grupo D África, Glória e Êxtase Paulo Flores 2002 - 3ª no Grupo D A Metamorfose da Vida Sidney Franco 2003 - 5ª no Grupo D Ary Barroso, Mister Samba Cid Franco 2004 - 10ª no Grupo D Arlênio Lívio, a Bandeira do Samba Cid Franco 2005 - 3ª no Grupo D Respeitado público, o circo chegou Comissão de Carnaval 2006 - 7ª no Grupo C Cantos e encantos, um acalanto para Uiara Cid Franco 2007 - 11ª no Grupo C Signos, sonhos do imaginário? Ou conto do Vigário? Comissão de Carnaval 2008 - 11ª no Grupo C Itam - A saga dos guerreiros da terra Afonso Delone e Wilson Nascimento 2009 - 14ª no Grupo Rio de Janeiro 2 Água, fonte de vida. Um grito de alerta ao patrimônio da Terra Laerte Gulini 2010 - 11ª no Grupo Rio de Janeiro 3 Mitos, mistérios e magias do oculto e do sagrado Laerte Gulini 2011 - 5ª no Grupo D Amor, um sentimento universal Afonso Delonni e Plínio dos Santos 2012 - 3ª no Grupo D Abdias Nascimento: uma vida de lutas Afonso Delano e Vinicius Vaitsmann 2013 - 8ª no Grupo C Vigário te convida a ser criança novamente. Vem brincar com a gente na Intendente! Afonso Delano 2014 - 8ª no Grupo D A mais doce maravilha do Rio: Pão de Açúcar. Afonso Delano 2015 - 7ª no Grupo D Aos olhos do Redentor a delícia de ser Carioca! Comissão de Carnaval 2016 - 2ª no Grupo D Maracanã-Guaçu e o Ninho dos Deuses! Alexandre Costa, Marcus Vinícius do Val e Lino Sales 2017 - 3ª no Grupo C Conto do Vigário: Nasce um trouxa a cada minuto Alexandre Costa, Marcus Vinícius do Val e Lino Sales 2018 - 9ª no Grupo B Dos tambores africanos ao bandoneón - Tango um sentimento que se dança Alexandre Costa, Marcus Vinícius do Val e Lino Sales 2019 - 1ª do Grupo B Mwene Kongo, o reino europeu na África que se tornou folclore no Brasil Alexandre Costa, Marcus Vinícius do Val e Lino Sales 2020 - 11ª no Série A O Conto do Vigário Alexandre Costa, Marcus do Val e Lino Sales 2022 - 10ª na Série Ouro Pequena África: da Escravidão ao Pertencimento - Camadas de Memórias entre o Mar e o Morro Alexandre Costa, Marcus Vinícius do Val e Lino Sales 2023 - 10ª na Série Ouro A fantástica fábrica da alegria Alexandre Costa, Marcus Vinícius do Val e Lino Sales 2024 - 9ª na Série Ouro Maracanaú: Bem-vindos ao maior São João do Planeta! Alexandre Costa, Marcus Vinícius do Val e Lino Sales 2025 - 6ª na Série Ouro Ecos de um Vagalume Caio Cidrini e Alex Carvalho 2026 - 10ª na Série Ouro Brasil Incógnito - O Que Os Seus Olhos Não Veem, A Minha Imaginação Reinventa Caio Cidrini e Alex Carvalho 2006 Enredo: Cantos
e Encantos, um Acalanto para Uiara Clareou Deu meia-noite Vem do céu Minha tribo na
avenida vem brincar 2007 Enredo: Signo,
Sonhos do Imaginário ou Conto do Vigário Voando com o
meu imaginário Gira,
gira, baiana, feiticeira indiana Pisar
forte na avenida eu vou 2018 Enredo: Dos Tambores Africanos ao Bandoneón - Tango, um Sentimento que se Dança Sou o tango... Negra é a minha cor O meu nome tem origem iorubá Pro Deus Xangô homenagear Nasci da milonga, habanera e candomblé Tenho uma história carregada de axé Dos tambores ao bandoneon Me transformei Da valsa e da polca me aproximei Na beira do cais, vivi opressão Nos cabarés virei sentimento Dança... Paixão No balanço da envenenada... Pura emoção No carnaval, o meu bailado é caliente (bis) Com Vigário risco o chão da Intendente Mas o meu destino mudou Em Paris me tornei atração Ressurgi, deixei de ser marginal Virei símbolo da cultura nacional Com Gardel em Hollywood fui cantado Atingi meus anos dourados O tango novo Piazzola criou Outros ritmos incorporou De patinho feio a belo cisne admirado Sou estilo musical consagrado Hoje o tango é de bamba... Do samba Tem milongueiro no samba... É bamba (bis) Na avenida "sambailando" sensual Tirando onda... Sou Vigário Geral 2019 Enredo: Mwene Kongo, o reino europeu na África que se tornou folclore no Brasil 2020 Enredo: O Conto do Vigário O brilho do cruzeiro a me guiar Ao deslumbrante paraíso Sou eu... O reluzente eldorado De fauna e flora, cobiçado Do ardil hilário o sorriso Nas "Minas" não vi o ouro O meu tesouro, cadê? Sumiu? Em cada conto aumento um ponto Sou um lugar de histórias mil Tupiniquins, tupinambás e potiguaras Tamoios, caetés e tabajaras (bis) É banto, é congo, é de Angola Somos da tribo quilombola Que segue aguerrida Mas sempre esquecida por quem tem poder Montando em cabrestos Matando direitos de quem quer viver O homem de terno, pregando mentira Desperta a ira em nome da fé Pois é... Na "cri"se nossa gente acende "vela" Pra santo que nem olha pra favela E brinca com direito social Ó mãe, o morro é o retrato do passado Legado de um mito mal contado Vigário, teu protesto é carnaval Se um dia eu menti, perdão! A justiça será verdade? (bis) Vem pra rua cantar, Brasil Mostra a farsa pra quem não viu 2022 Enredo: Pequena África: da Escravidão ao Pertencimento - Camadas de Memórias entre o Mar e o Morro Vento de balançar maré (ô maré) O clamor que vem dos tumbeiros Fiz do largo do passo axé A candeia de Angola, Moçambique e do Congo Fui o cais da esperança A pujança do Valongo Pretos novos acuados Feito ratos de armazém Suplicavam piedade Aos senhores do vintém “Donde” vem essa voz, seu moço É um canto de oração Lerê lerê, vem do morro da Conceição (bis) “Donde” vem esse canto forro Ecoa de norte a sul É alabá da falange de Omulu Iyá Kekerê foi Ciata d’Oxum Kilombo da arte, cangira vodum Prazeres por Heitor que deu o nome Onde Donga ao telefone fez a jura pro Sinhô Eu vi brotar João e Pixinguinha No terreiro das baianas… De Gandhi fui herdeiro do agogô Sou o fim de todo açoite Cria da favela Onde guardam nossa origem Sou Vigário sentinela Aos rebanhos de pastores que me queiram destruir Da estiva sou patente Negro ruim de desistir Atabaque evocou orixá no Ilê E o ponto firmou no toque do alabê (bis) Pequena África… Raiz cultural O samba resiste na Pedra do Sal 2023 Enredo: A Fantástica Fábrica da Alegria A mesma do passado dos teus pais Não pense que o mundo é só de dor Teu sorriso encontrou essa fábrica de paz A vida ansiosa te espera Ser feliz não é quimera É raiz do catolé Na praça de beber água da bica Voe alto feito pipa Seja o que você quiser Um pião a girar na palma da mão A bola a rolar, desperta a paixão (bis) 1, 2, 3 e já... é no pique-pega Pra pular amarelinha e brincar de cabra-cega Um céu de lona, um chão de terra Engana os olhos, entoa o grito A luz apaga, a tela acende És minha infância a relembrar Que o tempo é feito roda gigante Que num instante passa aos olhos bem ligeira Pra conquistar um dia O teu lugar de fala A inocência é mestre-sala E a vida é porta-bandeira Veste a fantasia Teu herói é ser humano (bis) Na avenida refletiu a infância do Brasil Num “moleque” suburbano Ê! guri, o teu mundo é agora Ê! menino, vem brincar de carnaval (bis) Pequeno príncipe herdeiro da escola Vem ser criança na minha Vigário Geral 2024 Enredo: Maracanaú: Bem-Vindos ao Maior São João do Planeta Entre a cruz e o destino sou fiel e pregoeiro Rezo a dois santos e vagueio o assunto E te juro de pés juntos que tenho dois padroeiros Eles conversam entre si por nossa gente Santo Antônio eloquente e o justo São José Um diz, não haver beleza igual E o outro conta a força da nação original Foi minha terra batizada pelo santo Onde a mangueira tem a força da raiz (bis) A identidade cultural e popular Onde o tronco Ceará, ergue as folhas do país E segue o papo entre lendas e risadas Leva medo à criançada, mas é pura ilusão Chega o progresso pelos trilhos anda o tempo Ganha em desenvolvimento e industrialização Forrozeiro ê! Sob a lua prateada Minha vida enfeitada pelas fitas do meu céu Forrozeiro ê! Minha amada é meu par Do maior dos arraiá Vai meu samba em cordel Quando a noite cai reluz o Cruzeiro do Sul Brilha Maracanaú! Poesia regional (bis) Vigário Geral vestida de emoção, De sanfona e zabumba vem louvar a São João 2025 Enredo: Ecos de um Vagalume Meu lume é atitude, vaga no ecoar A mente acesa pra redigir A lua a persistir, subúrbio de inspirar É que a escuridão ilumina à farol A quem não tem lugar ao sol Sou, por eles, lona armada Pelos trilhos da escrita Vou “servindo” um prato cheio por quem vive de marmita São ecos noturnos, pelos submundos eu vou bandear Deixa serenar...Vadeia! (bis) Lá no alto do morro pedimos socorro para o orixá! Ô Deixa girar...Bambeia! Madrugadeou…onde o samba faz morada E ao som da batucada, copo cheio, pele nua É perfume da rua, lançado por notas musicais Nobre amor dos fevereiros. Dos antigos carnavais O sino da igrejinha faz belém-blém-blom O sino da igrejinha faz belém-blém-blom Astro Rei que anuncia, que o nego tem batente Com prazer sou vagalume pra acender a sua mente Eu vivi há muito tempo pra mudar os amanhãs E lembrar que quem quiser será Francisco Guimarães A cultura do povo… tem a cor do Brasil Um diploma na mão faz calar o fuzil (bis) Nos jornais da história um lugar mais igual Pra não esquecer de quem deu a vida a Vigário Geral 2026 Enredo: Brasil Incógnito - O que os seus olhos não veem, a minha imaginação reinventa Meu recado vira samba e carnaval Chega ao destinatário (bis) O meu grito libertário Vigário Geral Sou eu teu canibal e remetente Nessa carta incoerente Vim lembrar do que passou Aporto nesse mar de atrocidade Pindorama insanidade Que desvenda o invasor A tinta da história que insistiu me decifrar Um bicho de arco e flecha a devorar Os livros, ao contar que fui escravo do passado Um filho de Tupã catequizado Tomaram terra… e me forçaram misturar A pele preta, a coroa, o cocar Deixa o chão tremer eeô Que mata a dentro a cobiça reluziu Qual é meu nome, ora pois (bis) A força, o sangue de nós dois Debaixo de pau, Brasil Ao ler que minha fome de saber se alimenta Degusta o verbo, te supera e reinventa Devo sentir que a transgressão te causa dor Se me criou, sabia um dia quais seriam os meandros Teu Deus de pedra não põe medo em teus malandros E teu sagrado insiste em vilipendiar Vixe Maria! Cabra da peste arretada é Betinha A devoção da minha gente encarnada A eterna fome de prazer me consumiu Se festejar é minha sina A Vera Cruz quem te assina E te entregue a tua pátria que pariu! | ||||||