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UNIÃO DE MARICÁ
HISTÓRICO
Ao adquirir o CNPJ da Império da Praça Seca, a União de Maricá estreou no Carnaval de 2016 no quarto grupo. A escola idealizada pelo prefeito de Maricá, Washington Quaquá, desfilou pela Intendente Magalhães até 2023, quando se sagrou campeã da primeira noite da Série Prata com o enredo "Eu Sigo Nordestino". Em sua estreia na Marquês de Sapucaí, a agremiação mostrou qualidade ao se classificar em 4º lugar na Série Ouro em 2024, numa homenagem ao compositor Guará em "O Esperançar do Poeta". Nos dois anos seguintes, a União de Maricá contou com o consagrado carnavalesco Leandro Vieira, que levaria a escola ao título em 2026, desenvolvendo o enredo "Berenguendéns e Balangandãs". A conquista veio mesmo com os problemas na dispersão, em que um carro alegórico atingiu um componente. Em 2027, a Maricá abrirá os desfiles do Grupo Especial. 2016 - 4ª na Série CEvolução da Vida através da Visão de Darwin Luciano Moreira 2017 - 9ª na Série C Mistérios da Meia-Noite Arthur Reiy e Renato Figueiredo 2018 - 1ª na Série C 100Sacional! Um Maxixetico e Rebolativo Baile Renato Figueiredo 2019 - 4ª na Série B Nelson Gonçalves - O Autorretrato do Rei do Rádio Renato Figueiredo 2020 - 13ª no Grupo Especial da Intendente Nos Tempos Idos Renato Figueiredo 2022 - 3ª na Série Prata (segunda noite) A Revolução pela Alegria... Uma Ópera Popular Renato Figueiredo 2023 - 1ª na Série Prata (segunda noite) Eu Sigo Nordestino Renato Figueiredo 2024 - 4ª na Série Ouro O Esperançar do Poeta André Rodrigues 2025 - 5ª na Série Ouro O Cavalo de Santíssimo e a Coroa do Seu 7 Leandro Vieira 2026 - 1ª na Série Ouro Berenguendéns e Balangandãs Leandro Vieira 2024 Enredo: O Esperançar do Poeta Compositores: Rafael Gigante, Vinicius Ferreira, Junior Fionda, Camarão Neto, Victor do Chapéu, Jefferson Oliveira, Marquinho Abaeté & André do Posto 7 Neguinho, vadio, vagabundo Sou muito mais que isso Posso ser o que quiser Talento, pé descalço, corre mundo Todos que me excomungaram Têm que aplaudir de pé No meu barraco, luxo é ter educação Saúde, boa prosa, um prato de feijão Progresso é feito pelos meus iguais Você sabe quem é quem quando vêm os temporais Logo eu, de viola em bandoleira Entre tantas saideiras Com meu sorriso aberto (bis) Logo eu, que vim da comunidade Encontrei nessa cidade um paraíso certo Caneta e papel, um sonho revel Não ser mais um problema social, meu irmão Pra ganhar o pão, compus meu destino Nos versos do reverso mundo cão Iluminados pela lua de Ogum Nós somos muitos, mas não somos “qualquer um” No esperançar do menestrel Vai meu desejo febril Sou eu mais um Guará desse Brasil O amor venceu pelos Guarás desse Brasil Escrevendo à luz de velas, operário da canção Construindo a poesia que edifica o coração (bis) É o povo no poder com orgulho de falar Maricá é meu país! Meu país é Maricá! 2025 Enredo: O Cavalo de Santíssimo e a Coroa do Seu 7 Compositores: Wanderley Monteiro, Rafael Gigante, João Vidal, Vinicius Ferreira, Jefferson Oliveira, Miguel Dibo, Hélio Porto e André do Posto 7 Ê, mano meu! Pode chegar no terreiro Firma ponta no cruzeiro Guarda a porta da tronqueira Seu Tiriri junto com Seu Marabô A encruza convocou, desce logo uma abrideira Ah Vovó! É Cambinda que vem me ajudar Do Oricó, a rainha da noite, Audara Jureminha revira caboclo na gira Mãe Cacilda festeja Seu Sete da Lira Meu dotô, não usa jaleco nem gandola Tira plantão no buteco, usa capa e cartola (bis) Contra demanda no caminho da candura Pra dor que não tem remédio, é saracura! Vem chegando a madrugada amor É formada a corrente De todo lugar chega gente Na cantiga do aquicó Exu é Flamengo, eu também sou A falange incorporou para não me deixar só No palco do Chacrinha tem fumaça Catiço cuspindo cachaça Se recordar é viver Eu hoje sonhei com você O ôme baixou pra dizer Maricá chegou pra vencer Quando o samba ecoa, folião da canjira Rei das quatro coroas, é Seu Sete da Lira (bis) Saravá sua banda no meu congá Seu povo de rua chegou, é o povo de Maricá! 2026 Enredo: Berenguendéns & Balangandãs Compositores: Babby do Cavaco, Rafael Gigante, Marcelo Adnet, Hélio Porto, Jefferson Oliveira e André do Posto 7 Nêga da Ladeira do Pelô Tens o som de Salvador E a magia que fulgura Revolucionar é seu papel E a arte do cinzel Tu carregas na cintura Junto ao tabuleiro nas manhãs Há o sonho das irmãs Que anseiam liberdade Ecoa toda Nzinga de Matamba A mandinga e a demanda Realeza, identidade Balanço que lembra meu adarrrum Na armadura de Ogum, memória ancestral (bis) Adorno que guardo no meu ilê Herança dos Malês... é forja do metal! Santa luz da rebeldia que moldou o Livramento Somos joias da princesa, filhas do empoderamento Penduricalho que te entrego de lembrança Guarda a fé, o fogo e o talho... resplandece a esperança Eu peço aos meus orixás Entrego todo axé (bis) A nêga pode e vai ter o que quiser Tantas pretas consagradas Meu espelho com orgulho A quem renega a mulherada: Vá dormir com esse barulho! Balangandãs, berenguendéns Canta Maricá o que a baiana tem (bis) Pertencimento que reluz no amuleto Claro, tinha que ser preto! | ||||||