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UNIDOS DA PONTE - 2027 Enredo: Tybyras Compositores: Cláudio Russo, Silvio Romai, Juão Nyn, Marquinho Beija Flor, M. Borboleta, Jorginho da Flor, Herval Neto, Mateus Pranto, Gabriel Simões e Raphael Gravino Sou eu, Tybyra O fogo ardente de um Brasil originário Que não se acanha quando o corpo delira Onde dois se tornam um Na moita sibila o ancestral colorido À flor da pele, o gostoso é o proibido Pra dar e receber o amor e cultivar A delícia de entender, abraçar e beijar De dia transpirando, à noite amando a tentação Sagrado tocamento sob o céu da liberdade Quem trouxe o pecado Invente o perdão No homem que não tem humanidade Tem medo de anhangá, mas quer fazer cunin Adora desfrutar de tanto aipim (bis) Se é pra serpentear, tirar o mel da cana Cacique sucuri ou cobra caninana? Mas o veneno é bala de canhão Pelo aceno da inquisição Ao bel-prazer a fé condena o alheio E age às escuras Se lambuzando para o seu próprio deleite De um corpo faz banquete O que corrompe é o meio E assim catimbó vence xawara O cachimbo pelas matas Contra a luta desigual Eu sou tupi, tupinambá, eu sou cudina Sou a bicha que ensina Desejo coletivo e plural Aê, aê! Resistir é minha sina! Reflorescer feito uma heroína! (bis) Eu sou Tybyra, não mexe comigo, não! Ergui a Ponte pra fazer revolução! | ||