QUINHO |
Nome Completo: Melquisedeque Marins Marques
Ano de nascimento: ???
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| O público que assistiu ao desfile da União da Ilha do Governador pela tevê ou nas arquibancadas surpreendeu-se com o show de animação e empolgação de Quinho ao cantar o samba Festa profana. O cantor estava inspirado naquele dia e foi um espetáculo à parte. Irriquieto, inventou cacos a cada estrofe do samba e conduziu sempre em alta o samba. A performance chamou atenção de todos para aquele ex-feirante surgido no mundo do samba como puxador do extinto bloco Boi da Freguesia (atual Escola de Samba Boi da Ilha do Governador) em 1976, quando assumiu o lugar de Aroldo Melodia, que havia se transferido para a União da Ilha. Em 1984, Quinho foi integrado à ala de compositores da União da Ilha e, já no ano seguinte, assumia o posto de primeiro puxador da escola para cantar o samba Um enredo, um herói, uma canção. Com o retorno de Aroldo Melodia para a tricolor, em 1986 e 1987, Quinho passou a ser apoio do veterano puxador. Voltou em 1988 e teve seu auge no formidável desfile de 1989, em que a escola conquistou o terceiro lugar. Em 1990, Quinho ainda defendeu a União da Ilha e a partir do ano seguinte passou a mostrar seu talento no Salgueiro, onde obteve grande identificação. Em 1993, conduziu a escola ao título de campeã do carnaval, com o inesquecível Peguei um Ita no Norte. Um pequeno retorno à Ilha em 94, e novamente de volta ao Salgueiro em 95. No ano 2000, trocou a Marquês de Sapucaí pelo Anhembi e foi para São Paulo puxar Yes, nós temos mais que bananas, na Rosas de Ouro. De volta ao Rio de Janeiro, o irrequieto puxador esteve dois anos na Grande Rio e um novo retorno ao Salgueiro em 2003, no ano do cinqüentenário da escola. Em 2005, além do samba salgueirense, Quinho também puxou a União da Vila do IAPI no carnaval de Porto Alegre. Durante o desfile do Salgueiro de 2005, Quinho, enquanto puxava o samba, teve uma crise de choro devido à lembrança do patrono Miro e seu filho Maninho, mortos em 2004.
Quinho é constantemente criticado por não ter
uma boa dicção e exagerar nos cacos durante o desfile.
No entanto, sua performance na avenida é um verdadeiro
show que anima as arquibancadas e os componentes da
escola que defende. |
| Início: União da Ilha do Governador, nos anos 70. Primeiro ano como
intérprete oficial: 1985 (União da Ilha). Seguiu como
apoio de Aroldo Melodia em 1986 e 1987. 1988 a 1990 União da Ilha 1991 a 1993 Salgueiro 1993 - São Clemente (Grupo A) 1994 e 1995 União da Ilha 1996 a 1999 Salgueiro 2000 Rosas de Ouro (SP) 2001 e 2002 Grande Rio Desde 2003 Salgueiro 2005 - União da Vila do IAPI (Porto Alegre) 2008 - Unidos de Vila Maria (SP) -
apoio de Fernandinho e Baby GRITO DE
GUERRA: Arrepiiiiaaaaa
Salgueeeeeeeeiroooo (ou Ilha ou Grande Rio)! Pimba,
pimba! Ai, que lindo! Que lindo! GRITOS DE EMPOLGAÇÃO: vai que dá; futuca, futuca; siiiim; tá certo; minha bateria baqueta de ouro; volte logo; tá sabendo; tique-tá; assim, Salgueiro... Salgueiro é assim; na ginga, na ginga; feliz daquele que tem o Salgueiro no seu coração; "é leso, é leso"; "biito, biito", ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô...uh!, se joga, é assim sim, ai que lindo, que lindo, há... haaaaaai, "arreda que lá vem Salgueiro"; "já vai?"; "tá surdo?"; "segura, seu Miro"; "será?"; "ai ai ai, ai ai ai". SAMBAS DE SUA AUTORIA: Um caso por acaso (95, com Adalto Magalha e Márcio Paiva), Anarquistas sim, mas nem todos (96, com Adalto Magalha, Eduardo Dias e Márcio Paiva), De poeta, carnavalesco e louco... todo mundo tem um pouco (97, com Adalto Magalha, Eduardo Dias e Márcio Paiva), Salgueiro, minha paixão, minha raiz 50 anos de glória (2003, com Claudinho, Leonel, Luizinho Professor, Serginho 20 e Sidney Sã), A cana que aqui se planta tudo dá, até energia... álcool, o combustível (2004, com Claudinho, Leonel, Luizinho Professor, Newtão, Serginho 20 e Sidney Sã), "Do Fogo que ilumina a vida, Salgueiro é chama que não se apaga" (2005, com Moisés Santiago, Waltinho Honorato, Fernando Magaça e Luiz Antonio) e "Microcosmos - O que os olhos não vêem, o coração sente" (Salgueiro/2006, com Tiãozinho do Salgueiro, Abs, Leonel, Luizinho Professor, Moisés Santiago, Waltinho Honorato, Fernando Magaça e Paulo Shell). |
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