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PIXULÉ |
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Nome original: Roosevelt
Ano de nascimento: 1964
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Uma voz sempre elogiada
pelos bambas. Pixulé é uma grata realidade entre os
puxadores de samba do carnaval, além de ser uma figura
simpática. O talentoso cantor tem nome de presidente
norte-americano: seu prenome é Roosevelt, uma idéia do
pai, oficial da Marinha Brasileira, que ficou oito meses
em viagem pelos Estados Unidos. Pixulé é cria do Leão de Nova
Iguaçu. O pequeno Roosevelt começou no carnaval como
ritmista da bateria da escola da Baixada, aos 15 anos, em
1980. O apelido veio em 1987, ano em que entrou para a
ala de compositores da escola. Sambista de escola de
samba tinha que arrumar um nome artístico e ele escolheu
“Neguinho Pixulé”. Na gíria da malandragem,
“pixulé” significa dinheiro. Sua voz forte e afinada chamava a
atenção e começou a cantar na quadra da Arrastão de
Cascadura, onde estreou no carro de som da escola em
1988, onde ficou por dois anos. Na Leão, passou a
auxiliar o titular Jairo Bráulio no ano em que a escola
desfilou pelo Grupo Especial, em 1992, com o enredo
“O Leão na selva das ilusões de Janete
Clair”. Pixulé permaneceu como apoio de Jairo ficou
por cinco carnavais. Assumiu o microfone definitivamente
em 1996, no entanto, sua primeira gravação em disco
ocorreu em 1994, quando gravou a faixa “Da França
Tropical a Orfeu do Carnaval”, no Grupo A. Em 2000, com o rebaixamento da
Leão para o Grupo B, Pixulé foi contratado pela
emergente Inocentes de Belford Roxo, que estreava no
Grupo A. Retornou à sua escola de origem no ano
seguinte, onde permaneceu por mais três carnavais. Em
2005, 2007 e 2008, o intérprete foi a voz oficial da
Alegria da Zona Sul. Pixulé também foi apoio de
Gilsinho na Portela em 2006 e 2007. Para 2009, já está
acertado para ser o intérprete oficial da Império da
Tijuca e também será apoio de Bruno Ribas na Unidos da Tijuca, no Grupo Especial. Pixulé é constantemente procurado para defender sambas nas eliminatórias de outras escolas. Possui muitos fãs que estão indóceis para vê-lo defender uma escola de Grupo Especial com condições de vencer o carnaval. Seu estilo mistura com qualidade uma correta condução do samba com gritos para fazer vibrar os componentes da escola e o público nas quadras e nas arquibancadas da avenida Marquês de Sapucaí. O reconhecimento pelo seu talento ocorreu em 2001, quando foi agraciado com o prêmio Samba Net de melhor intérprete no Grupo de Acesso. |
| Início: começou como ritmista na Leão de Nova Iguaçu, em 1980. 1988 e 1989 – Arrastão
de Cascadura (apoio) 1990 a 1995 – Leão de Nova
Iguaçu (apoio de Jairo Bráulio) 1996 a 1999 – Leão de Nova
Iguaçu 2000 – Inocentes de Belford Roxo 2001 a 2004 – Leão de Nova
Iguaçu 2005 – Alegria da Zona Sul 2006 - Leão de Nova Iguaçu (gravou no CD) 2006 e 2007 - Portela (apoio de
Gilsinho) 2007 e 2008 - Alegria da Zona Sul 2008 - São Clemente (apoio de Leonardo Bessa) Desde 2009 - Império da Tijuca Desde 2009 - Unidos da Tijuca (apoio de Bruno Ribas) GRITO DE
GUERRA: Tá
certo, sim! Sacoooode... CACOS DE
EMPOLGAÇÃO:
“é muita habilidade”, “explooode”,
“alegria... alegria... alegria”; “Nossa
Senhora”; “vamos lá, minha escola”;
“diz de novo”; “que suíngue!”;
“hâp...hâp...hâp”, “vem
comigo”; “suínga, bateria”;
“repete, repete”. Também gosta de fazer
contracantos quando o samba permite. SAMBA DE SUA AUTORIA: “Allá-la-ô, um carnaval das Arábias” (Leão/2001, com José Jorge, Paulinho TJ e Tavinho Dafé) e "E Foram Felizes para Sempre... A Química Perfeita das Duplas" (Arrastão/2008, com Nilson Lemos, Marquinhos, Ivani Ramos, Julinho Cá, Garcia, Vanir Mecânico, Luquinha da Conceição e Frank). PRÊMIOS: Samba Net de melhor intérprete no Grupo A (2001). |
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