PEDRINHO DA FLOR |
Nome Completo: Pedro de Abreu Maciel
Ano de nascimento: 1948
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| Pedrinho da Flor começou no samba na adolescência, freqüentando as rodas na quadra do então bloco carnavalesco Flor da Mina do Andaraí (daí seu nome artístico). Depois, ingressou na ala de compositores da vizinha Unidos da Tijuca, onde ganhou seu primeiro samba enredo Flor Serrana, em 1974. O sambista passou a integrar as alas de compositores das agremiações tijucanas: Flor da Mina, Unidos, Império e Salgueiro. Paralelamente, desenvolvia seu trabalho como músico, primeiro como ritmista do grupo de samba Sambaslan, depois compositor e, finalmente, cantor. Como compositor, gravou com Fundo de Quintal, Nosso Samba, Almir Guineto, etc. Em 1985, a gravadora RGE lançou o LP Raça Brasileira, uma coletânea que lançou os nomes da chamada jovem guarda do emergente pagode de fundo de quintal que dominou a segunda metade da década de 80: Zeca Pagodinho, Jovelina Pérola Negra, Mauro Diniz, Elaine Machado e o próprio Pedrinho da Flor. O músico passa a viver uma fase inspirada e fértil: torna-se presidente do Flor da Mina, sagrando-se campeão entre os blocos, arrebata por dois anos consecutivos sambas na Império da Tijuca (86 e 87), uma vez no Salgueiro (90) e emplaca várias obras nas paradas de sucesso nas vozes do Fundo de Quintal, Dhema, Dominguinhos do Estácio, Razão Brasileira, Leci Brandão, Zeca Pagodinho, Grupo Molejo, Almir Guineto, Grupo Raça, Karametade, Raça Negra e Dicró. Pedrinho da Flor é um compositor
que gosta de cantar seus sambas na avenida. Em 1991,
cantou, pela primeira vez, um samba que não era de sua
autoria: Asa Branca, pela Paraíso do Tuiuti,
no Grupo A. Pedrinho ainda integra a diretoria da Flor da
Mina do Andaraí, que se transformou em escola de samba
na década de 90. Em 1997, lançou o CD Tem que ser
assim, com canções de sua autoria. |
| Início: bloco carnavalesco Flor da Mina do Andaraí, aos 16 anos Primeiro ano como puxador:
1974 1974 Unidos da Tijuca 1986 e 1987 Império da Tijuca 1990 Salgueiro (apoio de Rico
Medeiros) 1991 Paraíso do Tuiuti GRITO DE
GUERRA: Alô,
massa tijucana... Vamos cantar! CACOS
CARACTERÍSTICOS: bonito, gente!; Império na
área; vai, meu povo!; vamos nós;
vamos lá; que beleza. SAMBAS DE SUA
AUTORIA:
Flor Serrana (Unidos da Tijuca/74, com
Cassinho e Djalma Rodrigues); Tijuca, cantos,
recantos e encantos (Império da Tijuca/86, com
Baster, Belandi e Marinho da Muda); Viva o povo
brasileiro (Império da Tijuca/87, com Baster,
Belandi, João Quadrado e Marinho da Muda); Sou o
amigo do rei (Salgueiro/90, com Alaor Macedo,
Arizão, Demá Chagas e Fernando Baster). MÚSICAS DE SUA AUTORIA: Eu menti,
Medo e Telefone (em parceria com
Adalto Magalha, sucessos do grupo Razão Brasileira);
Do lado de minha janela (com Dhema, sucesso
deste) Sob os olhos de Oxalá (com Adalto
Magalha e Zé Roberto, sucesso na voz de Dominguinhos do
Estácio) e Você quer voltar (com Gelcy do
Cavaco, sucesso com o grupo Fundo de Quintal). A
bruxa está solta, Clínica geral e
Garoto Zona Sul (sucesso do grupo Molejo);
Menor abandonado (sucesso na voz de Leci
Brandão e Zeca Pagodinho); Pedra no caminho
e Maravilhas do amor. |
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