NEY VIANNA |
Ano de nascimento: 1942
Ano de falecimento: 1989
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Quem via aquele negro alto, magro, de bigode e com uma
voz grave e levemente anasalada empunhando um microfone
não tinha dúvidas de que se tratava de um dos mais
talentosos intérpretes de samba enredo da história do
Rio. Ney Vianna é daqueles que viveu a transição do
puxador de samba para
intérprete. Ele começou a cantar no final
da década de 60, na tradicional Em Cima da Hora, do
bairro de Cavalcante.
Um divisor de águas aconteceu no ano de 1973, quando Ney
Vianna defendeu O saber poético da literatura de
cordel, de autoria de Baianinho. A composição,
elogiadíssima pela crítica e opinião pública,
conquistou o Estandarte de Ouro de melhor samba, e Ney
chamou a atenção da diretoria da Mocidade Independente
pela sua performance na avenida. A mudança de escola de
samba não tardou a acontecer. Nos três carnavais
seguintes, Ney Vianna fez dupla com Elza Soares na
condução do samba da verde-e-branco de Padre Miguel.
Ney só se afastou da Mocidade em 1984, quando teve uma
passagem relâmpago pelo Império Serrano. Em 1987,
ganhou seu o Estandarte de Ouro de melhor intérprete. |
| INÍCIO: Em Cima da Hora, no final dos anos 60. 1970 a 1973 Em Cima da Hora 1974 a 1983 Mocidade
Independente de Padre Miguel 1984 Império Serrano 1985 a 1989 Mocidade
Independente de Padre Miguel GRITO DE
GUERRA: Alô,
meu povão de Padre Miguel! Vamos lá! GRITOS DE EMPOLGAÇÃO: em cima agora;
pela madrugada; minha
bateria! Samba-enredo
de sua autoria:
Abram alas que chegou a Mocidade (81, com
Nezinho). Estandarte de
Ouro: 1987 |
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