Coluna do Rufino Rufião |
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11ª EDIÇÃO |
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| Nada de CH: o que eu faço com minhas tardes? | |||||||||||||
É melhor rezar muito, Chapolin. Se está difícil até para o Chaves entrar na programação, imagina você, tão injustamente discriminado pela emissora de TV... |
E aí pessoal? Não vou perguntar se está tudo bem, porque obviamente não está. Pelo menos no aspecto televisivo. Acredito que todos vocês que estão lendo agora esta coluna compartilham do mesmo sentimento que eu. Sem Chapolin e especialmente sem Chaves na televisão, o que fica é um vazio muito grande, um sentimento de frustração. Em alguns, até de raiva (acho que desejar que uma emissora de TV afunde não é pecado, é?). Mas, infelizmente, não há muito o que possamos fazer além de continuar mandando e-mails e ter esperança. Talvez a mídia possa nos ajudar. Devemos mandar mensagens para jornais, rádios, televisões e sites de Internet. Ao contrário da primeira saída, em agosto do ano passado, essa não está sendo muito notada. Devemos nos fazer notar. Com certeza haverá gente do nosso lado. | ||||||||||||
| Sobre a saída em si: sempre pensei que essas séries fossem imortais. Até o fatídico agosto de 2000, eu nunca sequer pude imaginar que pudéssemos ter qualquer um dos dois, seja o super-herói atrapalhado seja o menino órfão e sua turma, fora da televisão, no caso o SBT (eu não queria pronunciar esse nome, mas acabei sendo obrigado). Mas, a partir daí, começamos a ter a noção de que nada, por melhor que seja, é eterno. O fim estava anunciado. Os cortes nos programas eram outros indícios muito fortes. | |||||||||||||
| Por mais carisma e tradição que tenham as séries de Chespirito, isso não importa mais para uma emissora que só visa o lucro. Se uma tarja preta der mais audiência do que um outro programa qualquer, não há dúvida de que a tarja fica e o outro programa sai. A opinião dos demais telespectadores, a busca pela qualidade televisiva e a opinião da mídia especializada que vão para as cucuias: o que importa é o lucro. | |||||||||||||
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A única novela que presta é Celebridade. Quem matou Lineu Vasconcelos? Eu já tenho meus suspeitos... |
Caros leitores, digam-me a verdade: quantos de vocês assistem às seis novelas do SBT? Claro, assistem uma ou outra, MAS SEIS??? Isso é demais, pelo amor de Deus. Seis novelas, sendo que quatro mexicanas, uma reprise e um remake. Se fosse a Globo, que produz atualmente cinco novelas (incluindo Malhação e a minissérie) e apenas uma reprise... Atualmente, a única novela que assisto é Celebridade, da Globo (quem matou Lineu Vasconcelos?). Será que o SBT não poderia tirar uma novela (lógico que teremos que esperar uma delas acabar) e um pouco do repetidíssimo Festolândia para colocar Chapolin e Chaves? Ou, pelo menos, colocar as séries aos sábados? O que custa abrir uma hora quando seis horas são preenchidas pelos desenhos? O que custa agradar a todos e não pensar tanto na audiência? | ||||||||||||
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Como eu já
disse no primeiro parágrafo, meu maior desejo atualmente
é que o SBT se afunde e perceba o grave erro que está
cometendo ao preterir as séries CH. Eu tenho até
vergonha quando alguém me pergunta o que aconteceu com o
Chaves. Mas isso não é para sempre: em breve as
séries estarão de volta (pelo menos o Chaves).
Como eu também já disse, nenhuma situação é eterna,
por melhor ou pior que seja. Ainda mais com o SBT, que
muda sua grade de programação uma vez por mês.
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| Por ora é isso, amigos. Até a próxima! |
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